Veja maneiras para transar com altões e baixinhos

Vai ai mais uma lição mulherada...
Longe de ser apenas um fetiche, a transa entre pessoas de diferentes estaturas é mais comum do que se imagina. Mas, será que na hora de saciar o tesão os centímetros a mais, ou a menos, podem se converter em um empecilho?
Segundo Romeu Molinari, membro da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, a disparidade de altura em nada atrapalha a satisfação na hora do sexo. "Embora muita gente não saiba, existe uma média padrão entre o tronco do corpo, ou seja, da região que vai do pescoço até o quadril", afirma. "O que determina uma pessoa ser mais alta do que outra é o comprimento do fêmur e da tíbia, que são respectivamente os ossos do quadril e da perna", diz o especialista. Além disso, Molinari explica que os ossos da coluna vertical contribuem com apenas dois ou três centímetros na altura. Portanto, os baixinhos não precisam se sentir intimidados quando quiserem levar um "mulherão" para a cama. Assim fez Tevez, 38 anos, o Anão do programa Pânico na TV, exibido pela Rede TV! Com 99cm de altura, ele namora atualmente uma mulher de 1,70m. "Transar e beijar ao mesmo tempo não dá", conta Tevez. Por isso, seu truque é caprichar nas preliminares. "Uma boa posição é a mulher deitar de barriga para cima e abrir a perna, porque assim consigo me encaixar nela", diz. O programador Thiago Mendes, 25, tem 1,78m e conta que, mesmo não sendo baixo para os padrões brasileiros, já sentiu diferença em transar com uma mulher poucos centímetros maior. "Ela tinha 1,85m e ficou claro que o encaixe muda de acordo com a altura da mulher. O segredo é ter a manha das posições", afirma. Segundo a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, as posições sexuais determinam o grau de dominação na relação. "Nesse caso, a altura também influi na questão de quem comanda", esclarece. Por esse motivo, algumas mulheres se incomodam com o fato de ter um homem menor do que elas na "hora H". Isso acontecia com a comerciante Laís Oliveira, 23, que driblava seu 1,81m contra o 1,65m do ex-namorado com alguns macetes. "As posições mais fáceis eram o tradicional papai e mamãe e de quatro. Assim, conseguia disfarçar um pouco a diferença de altura, pois os dois não ficam lado a lado na mesma posição, evitando as comparações", conta. "Quem nunca passou por isso talvez não saiba como é ruim ver a cena no espelho de um casal que não combina esteticamente", diz. Os homens mais altos, no entanto, sentem-se poderosos quando têm aos seus braços mulheres menores, já que a diferença de altura pode dar a impressão de o comando estar nas mãos dele. O administrador Gustavo Silvestre, 23, já pôde atestar tal teoria. "Em pé não dá, mas até aí é só usar um banquinho. Acredito que não atrapalha, pois acho que antes da altura, a sintonia é mais importante", conclui. Definitivamente, altões e baixinhos podem se entender (e muito bem) no sexo. A estudante Ana Teixeira, 24, sequer aponta uma desvantagem entre seu 1,62m e o 1,92m do namorado. "Só de pé que não funciona muito bem e exige algumas adaptações", afirma. Carla Cecarello dá a dica para as mulheres baixas que se relacionam com "grandes homens". "A mulher por cima ou a posição colher, em que o homem a abraça por trás, são fantásticas." E se a situação for inversa, em que o homem é mais baixo? "É melhor ele ficar por cima para uma maior satisfação", finaliza. Portanto, a diferença de altura em um casal não deve ser um obstáculo.
Aliás, isso pode até mesmo ajudar a apimentar o sexo, já que ambos terão de ser criativos na busca das posições mais gostosas e confortáveis.

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